Imagine carregar uma mochila cheia de pedras todos os dias. No início, pode parecer apenas um pequeno peso extra, mas com o tempo, a carga se torna insustentável.
Assim é o ressentimento que guardamos quando não conseguimos perdoar.
O perdão não é sobre justificar ou esquecer o que nos fizeram, mas sim sobre aliviar o peso que carregamos e permitir que nossa saúde emocional e física floresça.
O perdão é um processo interno de libertação. Não significa aceitar injustiças ou se tornar vulnerável a novas feridas, mas sim se desvencilhar do ressentimento e do rancor que aprisionam a mente e o coração.
Estudos demonstram que guardar sentimentos negativos, como raiva, ressentimento, mágoa, frustração e desejo de vingança pode aumentar o nível de estresse, elevar a pressão arterial e comprometer o sistema imunológico.
“Perdoar não é esquecer. É lembrar sem sentir dor.”
Quando escolhemos perdoar, criamos espaço para sentimentos positivos, reduzimos a ansiedade e promovemos o bem-estar emocional.
Muitas pessoas resistem ao perdão porque acreditam que isso significa retomar um relacionamento ou permitir que a pessoa que as feriu continue em suas vidas.